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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Carmen Miranda



Carmen Miranda recebeu o nome de Maria do Carmo Miranda da Cunha quando foi batizada no local onde nasceu, a freguesia de Várzea da Ovelha e Aliviada, concelho de Marco de Canaveses, em Portugal. Era a segunda filha do barbeiro José Maria Pinto Cunha (1887-1938) e de Maria Emília Miranda (1886-1971). Ganhou o apelido de Carmen no Brasil, graças ao gosto que seu pai tinha por óperas.

Pouco depois de seu nascimento, seu pai, José Maria, emigrou para o Brasil, onde se instalou no Rio de Janeiro. Em 1910, sua mãe, Maria Emília seguiu o marido, acompanhada da filha mais velha, Olinda, e de Carmen, que tinha menos de um ano de idade. Carmen nunca voltou à sua terra natal, o que não impediu que a câmara do concelho de Marco de Canaveses desse seu nome ao museu municipal.

No Rio de Janeiro, seu pai abriu um salão de barbeiro na rua da Misericórdia, número 70, em sociedade com um conterrâneo. A família estabeleceu-se no sobrado acima do salão. Mais tarde mudaram-se para a rua Joaquim Silva, número 53, na Lapa.

No Brasil, nasceram os outros quatro filhos do casal: Amaro (1911), Cecília (1913), Aurora (1915 - 2005) e Oscar (1916).

Carmen estudou na escola de freiras Santa Teresa, na rua da Lapa, número 24. Teve o seu primeiro emprego aos 14 anos numa loja de gravatas, e depois numa chapelaria. Contam que foi despedida por passar o tempo cantando, mas o seu biógrafo Ruy Castro diz que ela cantava por influência de sua irmã mais velha, Olinda, e que assim atraía clientes.

Nesta época, a sua família deixou a Lapa e passou a residir num sobrado na Travessa do Comércio, número 13. Em 1925, Olinda, acometida de tuberculose, voltou a Portugal para tratamento, onde permaneceu até sua morte em 1931. Para complementar a renda familiar, sua mãe passou a administrar uma pensão doméstica que servia refeições para empregados de comércio.

Em 1926, Carmen, que tentava ser artista, apareceu incógnita em uma fotografia na sessão de cinema do jornalista Pedro Lima da revista Selecta. Em 1929, foi apresentada ao compositor Josué de Barros, que encantado com seu talento passou a promovê-la em editoras e teatros. No mesmo ano, gravou na editora alemã Brunswick, os primeiros discos com o samba Não Vá Sim'bora e o choro Se O Samba é Moda. Pela gravadora Victor, gravou Triste Jandaia e Dona Balbina ou "Buenas Tardes muchachos".
Fonte: Wikipédia

Um comentário:

  1. Resumo
    Camen Miranda recebeu o nome de Maria do Carmo Miranda da Cunha quando foi
    batizada no local onde nasceu, a freguesia de Várzea da Ovelha e Aliviada, conselho de
    Marco de Canaveses, em Portugal. Era a segunda filha do barbeiro José Mario Pinto
    Cunha no Brasil, graças ao gosto que seu pai tinha por óperas.

    Pouco depois de seu nascimento, seu pai, José Maria, emigrou para o Brasil, onde se
    instalou no Rio de Janeiro. Em 1910, sua mãe, Maria Emília seguiu o marido,
    acompanhada da filha mais velha, Olinda, e de Carmen, que tinha menos de um ano
    de idade.

    Camen Miranda passou por um momento muito difícil com a separação da sua irmã
    por causa do grave problema de saúde dela.

    Mas, apesar de tudo, começou a cantar , fez sucesso no Brasil e no mundo inteiro. Ela também fez alguns filmes e ajudou a sua família.

    Carmen nunca voltou à sua terra natal, o que não impediu que a câmara do
    Conselho de Marco de Canaveses desse seu nome ao museu municipal.
    Alunos:Jônatas Anderson Jocima

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